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Falta de crédito no Cds feitos no Brasilo Brasil

Nos USA quando os produtores e diretores fazem um filme,disco,peça teatral,tv show,ballet,livro etc.. êles pensam numa equipe,num “time” e não
sómente no personagem principal..
No Brasil sempre foi o contrário,principalmente na industria de discos onde 75% dos discos não tem créditos dos arranjadores,músicos,engenheiros de som etc..ou seja “Quem fêz os arranjos;
Quem tocou neste disco!
Os músicos além de não receberem os direitos conexos vêem esta tendência a se perpetuar nas gravadoras,sites e blogs nacionais.
Grande parcela de culpa é dos produtores musicais,que na realidade são executivos das gravadoras e estes estão mais ligados as vendas de disco do que na qualidade dos mesmos e o que estas mercadorias representam para a cultura brasileira.Outra parcela de culpa são os cantores(sic) ou intérpretes que nunca moveram um dedo em prol daqueles que participaram
na construção de seu trabalho.
Outra parcela é a dos próprios músicos que nunca conseguiram organizar-se como classe e reinvidicar seus direitos.
Resta aos músicos começarem a se reunir para poder discutir tópicos importantes como os direitos conexos;o fortalecimento do Sindicato dos Músicos em lugar da Ordem dos Músicos do Brasil(OMB) que infelizmente é um organismo apático;a pirataria e os reflexos na classe musical;as novas midias como a Internet;reorganizar e atualizar a tabela de preços dos trabalhos musicais; o “jabá” pago as radios e tv para veicular o seu trabalho e tantos outros. Aos amantes da música restam obter mais discernimento e começar a exigir na Web créditos nos CDs(LP);escrever mais sobre música instrumental brasileira,sobre artistas,compositores e músicos através dos blogs,WikiBlogs,sites etc..
É uma maneira de obter o resgate e preservação da história da cultura brasileira
CRRochaGuitar

O compositor Bill Evans e sua harmonia

Bill Evans, o pianista, é uma figura de destaque reconhecida pelo mundo do jazz, pelos fãs, músicos e críticos.
No entanto Bill Evans, o compositor, ainda tem que tomar o seu lugar ao lado dos grandes mestres da composição.
É aí que reside o único propósito deste livro. Uma compilação de artigos – agora revista e ampliada – que apareceu originalmente na Carta boletim trimestral de Evans, este fólio único possui extensa análise do trabalho de Evans. Peças examinados incluem: B Minor Waltz * * Man Funny How Deep Is a * Mar I Fall in Love Too facilmente * I Should Care * Tempo de Peri de Alcance * * Remembered e Doze Tune Tone.
Autor Jack Reilly é um pianista, compositor e educador em ambos os gêneros jazz e clássico. Ele tem presidido Estudos do Jazz departamentos do New England Conservatory of Music, Mannes College of Music, e The New School. Atualmente é Professor de Piano Jazz Rowan College, em Nova Jersey.
link do livro

URL http://www.4shared.com/document/OqI-auU3/arr-The_Harmony_of_Bill_Evans_.html
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Pixinguinha -O grande compositor brasileiro

Como seria bacana ler quinzenalmente ou mensalmente uma revista especializada em música instrumental brasileira e aprender mais sobre a vida dos grandes mestres nacionais como Pixinguinha,Jacob do Bandolim,Ari Barroso,Villa Lobos,Tom Jobim,Hermeto Pascoal,Garoto,Baden Powell,Radamés Gnatalli,Edú Lobo e outros.
Pois tem um site na Web que possibilita fazer revistas digitais, através de artigos hospedados no Wikipedia,YouTube e o nosso “papai da web o Sr. Google”.Ou seja o trabalho dos músicos,estudantes e amantes da M.I.B(música instrumental brasileira) é postar conteúdo na Web seja fotos,partituras,arranjos,mp3 e história de todos os compositores,intérpretes e músicos senão a tendência é se diluir diante de investimentos maciços que as “majors” gastam em “música de consumo” ou “música de entretenimento” .Bem tudo isto é uma longa história e outra viagem;então voltemos para a viagem inicial.O local onde se pode dazer revistas digitais é neste link

http://www.themeefy.com/Carlos_Roberto_38070/pixinguinha-a-giant-of-brazilian-music/#/page/1.html”
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<Michael Brecker_Seguindo os atalhos deixados por John Coltrane

Nascido na Filadélfia, Pensilvânia e criado em Cheltenham Township, um subúrbio local, Michael Brecker foi exposto ao jazz em tenra idade por seu pai, um pianista amador de jazz. Pertencente a uma geração de músicos que viu jazz rock não como um inimigo, mas como uma opção musical viável, Brecker começou a estudar clarinete e saxofone alto. Em seguida mudou-se para a escola, onde escolheu o saxofone tenor como seu principal instrumento. Ele se graduou na Cheltenham High School em 1967 e depois de um ano na Indiana University. Michael Brecker mudou-se para Nova York em 1970, onde esculpiu um nicho para si próprio como um dinâmico e excitante jazz solista. Ele estreou aos 21 anos como membro da banda de jazz/rock Dreams-a banda essa que incluía o seu irmão mais velho Randy no trompete, o trombonista Barry Rogers, o baterista Billy Cobham, Jeff Kent e Doug Lubahn. A duração do Dreams foi curta, durando apenas um ano, mas mesmo assim muito influente.
A maioria do trabalho inicial de Brecker é marcado por uma abordagem baseada tanto nas guitarras de rock quanto por saxofones do R&B. Após Dreams, ele trabalhou com Horace Silver e com Billy Cobham mais uma vez antes de se unir novamente com seu irmão Randy para formar a banda Brecker Brothers. A banda seguiu as tendências jazz-rock da época, mas com muito mais atenção aos arranjos estruturados, uma pesada backbeat, e uma forte influência rock. A banda permaneceu junta de 1975 a 1982 com sucesso e musicalidade consistentes.
Ao mesmo tempo, Brecker deixava sua marca como solista em numerosas gravações pop e rock. Suas mais notáveis colaborações incluem aqueles com James Taylor, Paul Simon, Steely Dan, Lou Reed, Donald Fagen, Dire Straits, Joni Mitchell, Eric Clapton, Aerosmith, Frank Sinatra, Frank Zappa, Bruce Springsteen e Parliament-Funkadelic. Durante o início de 1980 ele foi também um membro da banda NBC’s Saturday Night Live.
O músico apresentando-se em Hamburgo, 1981
Com grande demanda como sideman, Brecker também gravava ou tocava com as principais figuras do jazz na sua época, incluindo Herbie Hancock, Chick Corea, Chet Baker, George Benson, Quincy Jones, Charles Mingus, Jaco Pastorius, McCoy Tyner, Pat Metheny, Elvin Jones, Claus Ogerman e muitos outros.
Após a co-liderança do grupo de estrelas Steps Ahead com Mike Mainieri, Brecker finalmente gravou um álbum solo em 1987. Seu disco de debut ficou marcado como um retorno para uma configuração de jazz mais tradicional, destacando seu talento como compositor e apresentando o EWI (Electronic Wind Instrument ou Instrumento Eletrônico de Sopro), com que já tinha tocado no Steps Ahead. Ele continuou a gravar álbuns em toda a década de 1990 e 2000, ganhando vários Grammy Awards. Suas turnês solo ou em grupo ou mesmo em festivais apresentadas nas principais cidades do mundo geralmente tinham ingressos esgotados.
No que tange a equipamento sua configuração preferida consistia de um saxofone tenor da Selmer Company Mark VI e uma boquilha Dave Guardala altamente personalizada, também utilizava um saxofone Selmer Super Balanced Action.
Durante uma apresentação no Festival de Jazz do Monte Fuji (Mount Fuji Jazz Festival) em 2004, Brecker relatou uma forte dor nas costas. Pouco tempo depois, em 2005, ele foi diagnosticado com uma desordem sangüínea chamada síndrome mielodisplásica (MDS). Apesar de uma busca amplamente divulgada no mundo todo, Brecker foi incapaz de encontrar um doador de células estaminais compatível. No final de 2005 foi submetido a um transplante experimental com células estaminais parcialmente compatíveis. No final de 2006 ele estava se recuperando, mas o experimento provou não ser uma cura para ele. Brecker fez sua última performance em público no dia 23 de Junho de 2006, tocando ao lado de Herbie Hancock no Carnegie Hall.
Em 13 de janeiro de 2007, Michael Brecker morreu de complicações de leucemia na cidade de Nova York. Seu funeral foi realizado no dia 15 de janeiro de 2007 em Hastings-on-Hudson, Nova York.
Em 11 de fevereiro de 2007, Michael Brecker foi premiado postumamente com dois prêmios Grammy por sua participação no trabalho de seu irmão, o álbum Some Skunk Funk.
Em 22 de maio de 2007, sua última gravação, Pilgrimage, foi lançada recebendo uma boa resposta da crítica. Ela foi gravado em agosto de 2006, com Pat Metheny na guitarra, John Patitucci no baixo, Jack DeJohnette na bateria e Herbie Hancock e Brad Mehldau no piano. Brecker estava seriamente debilitado quando nas gravações, mesmo assim os outros músicos envolvidos elogiaram bastante o padrão de sua musicalidade. Brecker foi novamente nomeado postumamente e agraciado com mais dois Grammy Awards por este álbum nas categorias de Melhor Solo Instrumental e Melhor Álbum Instrumental de Jazz, Individuais ou de Grupo, elevando assim o seu total a 15 prêmios Grammy.

<font color="link para Michael Brecker solos
http://www.4shared.com/document/jwZi-WIf/Michael_Brecker_-_Jazz_Tenor_S.html

Poemas de Valter Antonio Teixeira Krausche

Valter Krausche além de ser meu parceiro e amigo era um grande erudito que transitava tranquilamente no popular.

Lia Marx no original;Merleau-Ponty idem;Walt Whitman também no original,sabia tudo de Adoniram Barbosa sobre o qual escreveu um livro para a coleção Pequenos Passos da Brasiliense,sabia tudo de Chico Buarque,Tom Jobim e claro tudo de poesia.

Eu ficava pasmo diante de tanta erudição e de tanta humildade;sim Valtinho era super humildade e de um coração do tamanho de um bonde;acredito que foi por isso que me aceitou como parceiro e companheiro da “Desejos e Unhas” ,banda que formamos juntamente com a poetiza Lizete Mercadante Machado,mais os músicos Jorge Carvalho,Dola,Chico Pupo,Luisinho Carioca e Magno Bissoli.

Tenho muita saudade deste tempo que eu convivi com o poeta,por isto através de gesto nobre da poetisa e contista Lizete Mercadante da “Revista O Caixote” vou compartilhar  com vocês aqui na minha Tumblr-page alguns de seus poemas.

O SANGUE DAS FRUTAS

1975 – 1978

pela morte das aves fáceis
por saber
que a manhã não é mais
o libertar da noite

para Magda
o resgate das plantas
verdadeiramente carnívoras

os personagens deste livro
como todos os expulsos da República
não estão fora dela
quanto mais expulsos
mais lhe pertencem
pois esta é a natureza da República
e a contaminam

para Lizete anjo clandestino

o dilúvio de Rimbaud
e a maldição que veio depois
pra desorganizar o espírito

o poema de amor traz manchas de óleo
Baudelaire ainda pode ser visto
no final das tardes
passeando em alguns bairros periféricos
desta capital

o poema é a destruição da vigência

CAMINHO SOB LUZES AMARELADAS PELO TEMPO
À BUSCA DA ESCURIDÃO MATERNA E PATERNA
ONDE SE ESCONDE O MEU PRONOME PESSOAL
ONDE ESQUECI MEU PRIMEIRO MOVIMENTO MANUAL
ANTES DA SEPARAÇÃO ENTRE PRONOME E VERBO


com uma aranha negra refazendo teias antigas
uma serpente cerebral que iludiu a criação
perseguido pelos cães do sonho e da realidade que devoram
os anseios e carnes humanas antes que se encarnem em ave noturna
brotando pra funcionar sua serpente negra que se casou
com uma aranha abandonada no interior dos anos
estrangulador de aves-relógio pra roubar alguns gerúndios a mais
renascendo do óleo dos rios a mulher das águas irmã das serpentes
reatando o feijão à flor na escuridão proibida

na praça abandonada
no pequeno quarto do hotel do exílio
com meu veneno para sempre


feito um rio sem entardecer de brilhos
entre suas selvas
no ato pétreo de caminhar
feito rio refazendo-se em rio sempre
mão lavando coisa alguma
de rio negando o mar
de rio por sua esperança de rio


A AUGUSTO DOS ANJOS

as paredes do estômago espremem a cabeça de uma criança morta
cujo corpo ainda pensa entre as grades do crânio
que no intestino nascerá uma flor


PRA SER O CORPO

a modinha dá início ao final do século
o punhal da tarde
coagulado na memória
que bebi no chapéu de meu avô

*******

as palavras afiam a alma
para ser
um punhal cravado no corpo

pra ser o corpo
que é o ser do punhal

*******

a magia das palavras sem mágicas
faz a faca dos teus olhos
corta a veia dos teus seios
brota um sol entre tuas tetas

recolho a terra em teu útero
durmo em teu estômago


ANTONIO BITUCA

uma criança vermelha como nuvem
se precipita
uma criança feito planta
incêndio
raízes
um braço feito lança

uma criança pontiaguda como ave
te espeta
à beira de um abismo
e voa


FRUTO

abiu
fruto do abieiro
fruto do dicionário da infância
árvore sapotácea da América Equatorial
além do dicionário

branco temperado por dentro
equatorial quanto o quintal
de meu avô
branco guardando a infância negra
amarelo liso externo chamando


ESTAVA SENTADA NA PEDRA DA BARRIGA MATERNA
CHEIRAVA A MARESIAS NOTURNAS
CORTAVA A NOITE COM SEU GRITO NAVALHA EXÍLIO DE ESCARPAS
TRAZIA APENAS ESTA PEDRA DO MUNDO  DO FUNDO DO ENIGMA


NASCIMENTO

Mariana amanhecendo pelo mar
pela mão do poeta Joaquim Cardoso
Mariana escondendo seus primeiros ovos de tartaruga
enterrando os primeiros segredos de seu mar
Mariana maré

Mariana vela branca anunciando pazes e peixes
emergindo dos livros subterrâneos
Mariana folha branca
onde termina a luta entre deus e o diabo

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2 respostas a Rochinha’s Journal

  1. Andre Cambuzano diz:

    Grande Rochão, muito legal e parabéns pela iniciativa de dar uma força pra gente, que a música não para nunca ´e um aprendizado contínuo, um abraço

  2. obrigado Briuza_hoje já saiu uma lesson(Padrão 1231_digitação Fechada e Aberta) do forno agora_
    abraço forte

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